<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"><channel><title><![CDATA[InfraOps]]></title><description><![CDATA[IT Infrastructure Operations]]></description><link>https://infraops.info/</link><image><url>https://infraops.info/favicon.png</url><title>InfraOps</title><link>https://infraops.info/</link></image><generator>Ghost 3.41</generator><lastBuildDate>Tue, 05 May 2026 16:52:59 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://infraops.info/rss/" rel="self" type="application/rss+xml"/><ttl>60</ttl><item><title><![CDATA[Rocket.Chat recebe aporte de R$ 100 milhões]]></title><description><![CDATA[Aporte foi liderado pelo Valor Capital. Recursos serão usados para acelerar internacionalização da startup brasileira, dona de uma plataforma de comunicação de código aberto usada pelo Credit Suisse, na Ásia, e pela Marinha dos EUA.]]></description><link>https://infraops.info/rocket-chat-recebe-aporte-100-milhoes/</link><guid isPermaLink="false">601d54f424635a009fbb7b6e</guid><category><![CDATA[Notícias]]></category><dc:creator><![CDATA[Anderson Ribeiro]]></dc:creator><pubDate>Fri, 05 Feb 2021 14:42:52 GMT</pubDate><media:content url="https://infraops.info/content/images/2021/02/logo.jpg" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://infraops.info/content/images/2021/02/logo.jpg" alt="Rocket.Chat recebe aporte de R$ 100 milhões"><p>Aporte foi liderado pelo Valor Capital. Recursos serão usados para acelerar internacionalização da startup brasileira, dona de uma plataforma de comunicação de código aberto usada pelo Credit Suisse, na Ásia, e pela Marinha dos EUA.</p><p>A startup brasileira Rocket.Chat é uma das empresas mais internacionalizadas do Brasil. Dona de uma plataforma de comunicação, o produto da companhia é usado em mais de 170 países e conta mais de 16 milhões de usuários ao redor do planeta.</p><p>Desse universo grande de usuários, poucos deles são pagos: cerca de 500 empresas. Mas são corporações do porte do Credit Suisse, na Ásia, e da Marinha dos Estados Unidos. Agora a Rocket.Chat, fundada pelo brasileiro Gabriel Engel, em 2015, dá o seu mais ousado passo para bancar sua ambição global.</p><p>A companhia acaba de captar R$ 100 milhões (US$ 18,9 milhões) em uma concorrida séria A liderada pelo Valor Capital. Passaram também a fazer parte da base dos acionistas a e.ventures, a Greycroft e a Graphene Ventures. Monashees, NEA, ONEVC e DFG seguiram o aporte.</p><p>Desse universo grande de usuários, poucos deles são pagos: cerca de 500 empresas. Mas são corporações do porte do Credit Suisse, na Ásia, e da Marinha dos Estados Unidos. Agora a Rocket.Chat, fundada pelo brasileiro Gabriel Engel, em 2015, dá o seu mais ousado passo para bancar sua ambição global.</p><p>A companhia acaba de captar R$ 100 milhões (US$ 18,9 milhões) em uma concorrida séria A liderada pelo Valor Capital. Passaram também a fazer parte da base dos acionistas a e.ventures, a Greycroft e a Graphene Ventures. Monashees, NEA, ONEVC e DFG seguiram o aporte.</p><p>“A intenção era captar US$ 10 milhões, mas a rodada foi extremamente competitiva e conseguimos quase o dobro”, afirma Engel ao NeoFeed. “Podemos escolher os fundos que mais agregariam a nossa estratégia.”</p><p>O grupo de investidores que entraram na rodada dá uma medida da ambição. O Valor Capital, do embaixador Clifford Sobel, pode ajudar na conexão Brasil e EUA e na relação com governos. A e.ventures é especialista em open source, a base da plataforma de comunicação da Rocket.Chat. A Graphene Ventures, por sua vez, é um fundo americano com conexões no Oriente Médio. A Greycroft atua com força na área de mídia e marketing.</p><p>Esse grupo de investidores vai ajudar na expansão global da companhia. Boa parte da receita da Rocket.Chat já vem de fora. Os EUA são responsáveis por 40% do faturamento; a Europa, 20%; e a região da Ásia/Pacífico, 30%. O Brasil representa apenas 10%.</p><p>Os recursos serão usados também para triplicar o time de funcionários da startup, que deve passar dos atuais 70 para 210 ao longo de 2021. A grande maioria será contratada fora do País, em regiões que são consideradas vitais para a Rocket.Chat. Entre elas, a Alemanha e a Arábia Saudita.<br>“Serão pessoas para atuar nas áreas de suporte, de vendas e de pré-vendas”, afirma Engel. “Não teremos escritórios e vamos continuar nesse modelo de as pessoas trabalharem remotamente.”</p><h2 id="um-pouco-de-hist-ria-">Um pouco de história...</h2><p>Segue abaixo o vídeo da FISL17 onde o próprio Gabriel Engel conta um pouco da história Rocket.Chat.</p><figure class="kg-card kg-embed-card"><iframe width="267" height="200" src="https://www.youtube.com/embed/gQ4ilBHewJ0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></figure><h3 id="fonte-">Fonte:</h3><figure class="kg-card kg-bookmark-card"><a class="kg-bookmark-container" href="https://neofeed.com.br/startups/rocket-chat-recebe-aporte-de-r-100-milhoes-para-bancar-sua-ambicao-global/"><div class="kg-bookmark-content"><div class="kg-bookmark-title">Rocket.Chat recebe aporte de R$ 100 milhões para bancar sua ambição global | NeoFeed</div><div class="kg-bookmark-description">Aporte foi liderado pelo Valor Capital. Recursos serão usados para acelerar internacionalização da startup brasileira, dona de uma plataforma de comunicação de código aberto usada pelo Credit Suisse, na Ásia, e pela Marinha dos EUA</div><div class="kg-bookmark-metadata"><img class="kg-bookmark-icon" src="https://neofeed.com.br/wp-content/uploads/2019/06/ene.png" alt="Rocket.Chat recebe aporte de R$ 100 milhões"><span class="kg-bookmark-publisher">NeoFeed</span></div></div><div class="kg-bookmark-thumbnail"><img src="https://neofeed.com.br/wp-content/uploads/2021/02/gabriel-engel-rocket-chat-1.jpg" alt="Rocket.Chat recebe aporte de R$ 100 milhões"></div></a></figure>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Xpenology - Virtualizando o DSM do Synology NAS no Proxmox.]]></title><description><![CDATA[Xpenology é apenas um bootloader. Assim foi possível criar uma versão do DSM que rode em qualquer hardware x86, sem depender do hardware da Synology.]]></description><link>https://infraops.info/xpenology-virtualizando-dsm-synology-nas-proxmox/</link><guid isPermaLink="false">6000328231d5e300a7a4e3d7</guid><category><![CDATA[storage]]></category><category><![CDATA[linux]]></category><category><![CDATA[rede]]></category><dc:creator><![CDATA[Anderson Ribeiro]]></dc:creator><pubDate>Thu, 14 Jan 2021 19:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://images.unsplash.com/photo-1517819655378-25fe37197692?crop=entropy&amp;cs=tinysrgb&amp;fit=max&amp;fm=jpg&amp;ixid=MXwxMTc3M3wwfDF8c2VhcmNofDJ8fHN5bm9sb2d5fGVufDB8fHw&amp;ixlib=rb-1.2.1&amp;q=80&amp;w=2000" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://images.unsplash.com/photo-1517819655378-25fe37197692?crop=entropy&cs=tinysrgb&fit=max&fm=jpg&ixid=MXwxMTc3M3wwfDF8c2VhcmNofDJ8fHN5bm9sb2d5fGVufDB8fHw&ixlib=rb-1.2.1&q=80&w=2000" alt="Xpenology - Virtualizando o DSM do Synology NAS no Proxmox."><p>Sempre tive vontade em utilizar um NAS da Synology. Não pelo hardware apenas, mas pelo sistema que eles utilizam, o DSM (Disk Station Manager). O que na minha opinião, é o que mais chama atenção. </p><p>Isso não quer dizer que a combinação hardware/software seja ruim, pelo contrario, é uma excelente opção se você não quer perder tempo montando um hardware, para depois ter que instalar e configurar o sistema, seja o <a href="https://post.infraops.info/omv5-install">OpenMediaVault</a>, TrueNAS, etc.</p><figure class="kg-card kg-gallery-card kg-width-wide"><div class="kg-gallery-container"><div class="kg-gallery-row"><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/D_NQ_NP_2X_615040.png" width="988" height="959" alt="Xpenology - Virtualizando o DSM do Synology NAS no Proxmox." srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2021/01/D_NQ_NP_2X_615040.png 600w, https://infraops.info/content/images/2021/01/D_NQ_NP_2X_615040.png 988w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/D_NQ_NP_2X_746157.png" width="906" height="784" alt="Xpenology - Virtualizando o DSM do Synology NAS no Proxmox." srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2021/01/D_NQ_NP_2X_746157.png 600w, https://infraops.info/content/images/2021/01/D_NQ_NP_2X_746157.png 906w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div></div></div></figure><p>Mas a comodidade de ter tudo pronto vem com um custo e para grande maioria o que impede de ter um Synology NAS. Eles são caros, muito caros, com alguns modelos chegando a custar R$12.000 no <a href="https://shortly.cc/ml-synology">MercadoLivre</a>. Foi aí que pesquisando um pouco mais encontrei o Xpenology. </p><h2 id="o-que-xpenology">O que é Xpenology?</h2><p>Xpenology é apenas que um bootloader. Como o DSM nada mais é que uma versão customizada do Linux que foi otimizada para rodar no hardware da Synology. Foi possível criar uma versão do DSM que rodasse em qualquer hardware x86. </p><p>Com o Xpenology você pode utilizar todos os recursos do DSM, incluindo a loja e instalação de aplicativos, sem possuir o hardware da Synology. E era exatamente o que eu procurava.</p><h2 id="instala-o-no-proxmox">Instalação no proxmox</h2><p>Não vou abordar a instalação do DSM x86 neste tutorial, um usuário no <a href="https://xpenology.com/forum/topic/13887-dsm-6x-proxmox-backup-template/">fórum do Xpenology</a> facilitou muito as coisas criando um template no proxmox com a versão 6.2.3 do DSM e disponibilizando o backup para o download. Bastando ter um servidor proxmox instalado e importar o backup.</p><h3 id="template-e-restore">Template e Restore</h3><p>Baixar e restaurar o template do Xpenology é simples, bastando copiar o template para o storage proxmox utilizado para backup (dump). </p><p>Clique no link abaixo para baixar o template. No meu caso estou utilizando a versão baseada no modelo <code>DS3515xs</code> </p><figure class="kg-card kg-bookmark-card kg-card-hascaption"><a class="kg-bookmark-container" href="https://mega.nz/folder/pmIxgYpB#SJrffUPeivisM89a69VMDw/file/t7wixawR"><div class="kg-bookmark-content"><div class="kg-bookmark-title">12.73 GB folder on MEGA</div><div class="kg-bookmark-description">19 files and 4 subfolders</div><div class="kg-bookmark-metadata"><img class="kg-bookmark-icon" src="https://mega.nz/favicon.ico?v&#x3D;3" alt="Xpenology - Virtualizando o DSM do Synology NAS no Proxmox."></div></div><div class="kg-bookmark-thumbnail"><img src="https://mega.nz/rich-folder.png" alt="Xpenology - Virtualizando o DSM do Synology NAS no Proxmox."></div></a><figcaption>baixe o arquivo: <code>vzdump-qemu-xpenology-3615xs-6.2.3_25426_virtio.vma.gz</code></figcaption></figure><p>Agora, copie para a pasta de backup do seu proxmox e renome o arquivo para que a interface do proxmox o reconheça como backup. O nome precisa ter essa estrutura: <code>vzdump-qemu-[id]-2021_01_13-19_04_40.vma.gz</code> . Troque o <code>[id]</code> no nome do arquivo pelo id da vm proxmox que desejar (no meu caso estou utilizando <code>300</code> no <code>id</code>.)</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/image.png" class="kg-image" alt="Xpenology - Virtualizando o DSM do Synology NAS no Proxmox." srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2021/01/image.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2021/01/image.png 1000w, https://infraops.info/content/images/2021/01/image.png 1550w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></figure><p>Agora, restaure o backup e inicie a vm normalmente. No console a imagem abaixo irá aparecer.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/Xpenology-Proxmox.png" class="kg-image" alt="Xpenology - Virtualizando o DSM do Synology NAS no Proxmox." srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2021/01/Xpenology-Proxmox.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2021/01/Xpenology-Proxmox.png 1000w, https://infraops.info/content/images/2021/01/Xpenology-Proxmox.png 1550w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></figure><h2 id="acessando-xpenology">Acessando Xpenology</h2><p>Para acessar a interface do DSM, existem duas formas, que irá depender de como o dhcp e o dns da sua rede estão configurados.</p><ol><li>Tente acessar pelo endereço: <code><a href="http://find.synology.com">http://find.synology.com</a></code> . No caso seu dns interno esteja configurado com o dhcp deverá funcionar;</li><li>Ou procure no seu dhcp o ip atribuído ao Xpenology e acesse o DSM pelo endereço <code>http://[ip]:5000</code>; </li><li>Crie a conta de administrador e pule a etapa seguinte. Não há necessidade de conta no QuickConnect;</li></ol><figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/2021-01-14-14.48.59-10.86.4.53-70414dcece85-1.png" class="kg-image" alt="Xpenology - Virtualizando o DSM do Synology NAS no Proxmox." srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2021/01/2021-01-14-14.48.59-10.86.4.53-70414dcece85-1.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2021/01/2021-01-14-14.48.59-10.86.4.53-70414dcece85-1.png 1000w, https://infraops.info/content/images/size/w1600/2021/01/2021-01-14-14.48.59-10.86.4.53-70414dcece85-1.png 1600w, https://infraops.info/content/images/2021/01/2021-01-14-14.48.59-10.86.4.53-70414dcece85-1.png 1910w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></figure><p>Pronto! Seu Xpenology está operacional. Basta adicionar outros discos, criar volumes e utilizar todas as funções de um Synology NAS.</p><figure class="kg-card kg-gallery-card kg-width-wide"><div class="kg-gallery-container"><div class="kg-gallery-row"><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/Xpenology.png" width="1910" height="949" alt="Xpenology - Virtualizando o DSM do Synology NAS no Proxmox." srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2021/01/Xpenology.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2021/01/Xpenology.png 1000w, https://infraops.info/content/images/size/w1600/2021/01/Xpenology.png 1600w, https://infraops.info/content/images/2021/01/Xpenology.png 1910w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/Xpenology-Print-1.png" width="1917" height="1007" alt="Xpenology - Virtualizando o DSM do Synology NAS no Proxmox." srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2021/01/Xpenology-Print-1.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2021/01/Xpenology-Print-1.png 1000w, https://infraops.info/content/images/size/w1600/2021/01/Xpenology-Print-1.png 1600w, https://infraops.info/content/images/2021/01/Xpenology-Print-1.png 1917w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/Xpenology-Print-2.png" width="1918" height="1006" alt="Xpenology - Virtualizando o DSM do Synology NAS no Proxmox." srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2021/01/Xpenology-Print-2.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2021/01/Xpenology-Print-2.png 1000w, https://infraops.info/content/images/size/w1600/2021/01/Xpenology-Print-2.png 1600w, https://infraops.info/content/images/2021/01/Xpenology-Print-2.png 1918w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div></div></div></figure>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Bashtop - Uma boa alternativa para monitoramento dos recursos no linux]]></title><description><![CDATA[<p><a href="https://github.com/aristocratos/bashtop" rel="noopener nofollow noreferrer">Bashtop</a> é um utilitário monitor de recursos do linux aos moldes do top, htop e outros. A diferença é que o bashtop mostra outros recursos como uso da rede e discos, além de sua interface ser muito mais intuitiva com suporte a temas.</p><h2 id="caracter-sticas">Características</h2><ul><li>Fácil de usar e com menu</li></ul>]]></description><link>https://infraops.info/bashtop-alternativa-monitoramento-recursos-linux/</link><guid isPermaLink="false">5ffea03a31d5e300a7a4e2b2</guid><category><![CDATA[linux]]></category><dc:creator><![CDATA[Anderson Ribeiro]]></dc:creator><pubDate>Wed, 13 Jan 2021 13:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://infraops.info/content/images/2021/01/logo-post-2-1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/logo-post-2-1.png" alt="Bashtop - Uma boa alternativa para monitoramento dos recursos no linux"><p><a href="https://github.com/aristocratos/bashtop" rel="noopener nofollow noreferrer">Bashtop</a> é um utilitário monitor de recursos do linux aos moldes do top, htop e outros. A diferença é que o bashtop mostra outros recursos como uso da rede e discos, além de sua interface ser muito mais intuitiva com suporte a temas.</p><h2 id="caracter-sticas">Características</h2><ul><li>Fácil de usar e com menu intuitivo;</li><li>Interface responsiva, com seleção de processo;</li><li>Detalhamento das estatísticas do processo selecionado;</li><li>Filtragem de processo;</li><li>Gráfico com utilização da rede e espaço em disco;</li><li>Informação de leitura e escrita de disco;</li></ul><h2 id="pr-requisitos">Pré-requisitos</h2><p>Segue abaixo as dependências necessárias para a instalação do Bashtop. Na maioria das distribuição linux elas já estão instaladas por padrão.</p><ul><li>Bash 4.4 or later versions</li><li><a href="https://www.tecmint.com/install-git-on-centos-8/" rel="noopener noreferrer">Git</a></li><li>GNU Coreutils</li><li>GNU sed, awk, grep and ps command-line tools.</li><li>Lm-sensors – opcional – (necessário para informação de temperatura da CPU).</li></ul><h2 id="instala-o">Instalação</h2><p>No Ubuntu podemos instalar o Bashtop via snap ou apt.</p><p>Para instalar com o <code>snap</code>, execute:</p><pre><code class="language-bash">snap install bashtop</code></pre><p>Para instalar com o <code>apt</code>, é preciso adicionar o Bashtop PPA.</p><pre><code class="language-bash">sudo add-apt-repository ppa:bashtop-monitor/bashtop
sudo apt update
sudo apt install bashtop</code></pre><h2 id="utiliza-o">Utilização</h2><p>Assim como outros programas do top (top, htop, etc...). Para iniciar o Bashtop basta executar o comando <code>bashtop</code> no terminal.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/2021-01-13-04.33.36-remote.andersonr.net-74dec7662810.png" class="kg-image" alt="Bashtop - Uma boa alternativa para monitoramento dos recursos no linux" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2021/01/2021-01-13-04.33.36-remote.andersonr.net-74dec7662810.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2021/01/2021-01-13-04.33.36-remote.andersonr.net-74dec7662810.png 1000w, https://infraops.info/content/images/size/w1600/2021/01/2021-01-13-04.33.36-remote.andersonr.net-74dec7662810.png 1600w, https://infraops.info/content/images/2021/01/2021-01-13-04.33.36-remote.andersonr.net-74dec7662810.png 1895w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></figure><h2 id="configura-o">Configuração</h2><p>Se quiser alterar as configurações do Bashtop, pode fazer no arquivo <code>bashtop.cfg</code> que está localizado em <code>~/.config/bashtop</code> ou diretamente na interface pressionando a tecla <code>esc</code>.</p><figure class="kg-card kg-gallery-card kg-width-wide"><div class="kg-gallery-container"><div class="kg-gallery-row"><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/bashtop-config.png" width="1910" height="921" alt="Bashtop - Uma boa alternativa para monitoramento dos recursos no linux" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2021/01/bashtop-config.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2021/01/bashtop-config.png 1000w, https://infraops.info/content/images/size/w1600/2021/01/bashtop-config.png 1600w, https://infraops.info/content/images/2021/01/bashtop-config.png 1910w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/bashtop-options.png" width="1910" height="921" alt="Bashtop - Uma boa alternativa para monitoramento dos recursos no linux" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2021/01/bashtop-options.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2021/01/bashtop-options.png 1000w, https://infraops.info/content/images/size/w1600/2021/01/bashtop-options.png 1600w, https://infraops.info/content/images/2021/01/bashtop-options.png 1910w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div></div></div></figure>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[btrfs-du: Checando o espaço em disco utilizado pelo snapshots do btrfs]]></title><description><![CDATA[Btrfs-du é um script para checar o espaço utilizado pelos snapshots do btrfs.]]></description><link>https://infraops.info/btrfs-du-checando-espaco-utilizado-snapshots-btrfs/</link><guid isPermaLink="false">5ffe327c31d5e300a7a4e215</guid><category><![CDATA[linux]]></category><dc:creator><![CDATA[Anderson Ribeiro]]></dc:creator><pubDate>Wed, 13 Jan 2021 00:23:47 GMT</pubDate><media:content url="https://infraops.info/content/images/2021/01/btrfs-logo-2.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/btrfs-logo-2.png" alt="btrfs-du: Checando o espaço em disco utilizado pelo snapshots do btrfs"><p>Recentemente passei a utilizar o btrfs como filesystem em alguns volumes no <a href="https://post.infraops.info/omv5-install">OpenMediaVault</a>. Depois de algum tempo de utilização, percebi que o snapshot do btrfs estava utilizando um espaço considerável do volume. </p><p>Foi aí que depois de alguma pesquisa no Google, encontrei a dica do site <a href="https://ownyourbits.com/2017/12/06/check-disk-space-of-your-btrfs-snapshots-with-btrfs-du/">ownyourbits</a> sobre o btrfs-du. </p><h3 id="instala-o">Instalação</h3><p>Btrfs-du é um script baseado em outro script chamado btrfs-size que serve para checar o espaço utilizado pelo snapshots do btrfs. Para instalar o script, basta executar os comandos abaixo:</p><pre><code class="language-bash">sudo wget https://raw.githubusercontent.com/nachoparker/btrfs-du/master/btrfs-du -O /usr/local/sbin/btrfs-du
sudo chmod +x /usr/local/sbin/btrfs-du</code></pre><h3 id="utiliza-o">Utilização</h3><p>Sua utilização é simples. Conforme abaixo, informe o path do diretório que deseja checar como parâmetro ao comando <code>btrfs-du</code>.</p><figure class="kg-card kg-code-card"><pre><code class="language-bash">sudo btrfs-du /home</code></pre><figcaption>o path <code>/</code> é o padrão quando o não informado.</figcaption></figure><figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/btrfs-du.png" class="kg-image" alt="btrfs-du: Checando o espaço em disco utilizado pelo snapshots do btrfs" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2021/01/btrfs-du.png 600w, https://infraops.info/content/images/2021/01/btrfs-du.png 752w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></figure><h3 id="fonte-">Fonte:</h3><figure class="kg-card kg-bookmark-card"><a class="kg-bookmark-container" href="https://ownyourbits.com/2017/12/06/check-disk-space-of-your-btrfs-snapshots-with-btrfs-du/"><div class="kg-bookmark-content"><div class="kg-bookmark-title">Check disk space of your BTRFS snapshots with btrfs-du – Own your bits</div><div class="kg-bookmark-description"></div><div class="kg-bookmark-metadata"><img class="kg-bookmark-icon" src="https://ownyourbits.com/wp-content/uploads/2017/01/favicon-1.png" alt="btrfs-du: Checando o espaço em disco utilizado pelo snapshots do btrfs"><span class="kg-bookmark-author">View all posts by nachoparker</span><span class="kg-bookmark-publisher">Own your bits Technology with a focus on Open Source</span></div></div><div class="kg-bookmark-thumbnail"><img src="https://ownyourbits.com/wp-content/uploads/2017/12/Btrfs_logo-1024x653.png" alt="btrfs-du: Checando o espaço em disco utilizado pelo snapshots do btrfs"></div></a></figure>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[OpenMediaVault 5 - Instalação de NAS baseado em Debian]]></title><description><![CDATA[OpenMediaVault é um servidor NAS open source robusto baseado no Debian, com uma interface web completa que permite o gerenciamento de todo o sistema, dispositivos conectados, raids e sistemas de arquivos, incluindo configuração das ACLs. ]]></description><link>https://infraops.info/instalacao-nas-baseado-debian/</link><guid isPermaLink="false">5feb25f878dfc6007822b74e</guid><category><![CDATA[storage]]></category><category><![CDATA[rede]]></category><dc:creator><![CDATA[Anderson Ribeiro]]></dc:creator><pubDate>Tue, 12 Jan 2021 14:05:12 GMT</pubDate><media:content url="https://infraops.info/content/images/2021/01/omv.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/omv.png" alt="OpenMediaVault 5 - Instalação de NAS baseado em Debian"><p><strong>Network-Attached Storage</strong> ou NAS, é um dispositivo dedicado ao armazenamento de dados em rede, é essencialmente um servidor com a funcionalidade única de promover serviços de armazenamento de dados para outros dispositivos da rede. Existe diversas opções de NAS disponíveis como o FreeNAS, o Openfiler, o NASLite, entre outros. Hoje vamos falar do <strong><strong>OpenMediaVault</strong></strong>.</p><p>OpenMediaVault é um servidor NAS open source robusto baseado no Debian, com uma interface web completa que permite o gerenciamento de todo o sistema, dispositivos conectados, raids e sistemas de arquivos, incluindo configuração das ACLs. </p><p>Possui também suporte a monitoramento por Syslog, Watchdog,  S.M.A.R.T., SNMP (v1/2c/3), além de gráficos do tipo MRTG, indicando utilização de cpu, rede, discos e memória, permitindo a configuração do envio de notificações por e-mail, o que o torna um excelente sistema de armazenamento de dados. Por ser baseado em Debian, podemos até mesmo utilizar RaspberryPi ou qualquer dispositivo ARM.</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://images.unsplash.com/photo-1604005366359-2f8f2a044336?crop=entropy&amp;cs=tinysrgb&amp;fit=max&amp;fm=jpg&amp;ixid=MXwxMTc3M3wwfDF8c2VhcmNofDJ8fHN0b3JhZ2UlMjBuYXN8ZW58MHx8fA&amp;ixlib=rb-1.2.1&amp;q=80&amp;w=2000" class="kg-image" alt="OpenMediaVault 5 - Instalação de NAS baseado em Debian" srcset="https://images.unsplash.com/photo-1604005366359-2f8f2a044336?crop=entropy&amp;cs=tinysrgb&amp;fit=max&amp;fm=jpg&amp;ixid=MXwxMTc3M3wwfDF8c2VhcmNofDJ8fHN0b3JhZ2UlMjBuYXN8ZW58MHx8fA&amp;ixlib=rb-1.2.1&amp;q=80&amp;w=600 600w, https://images.unsplash.com/photo-1604005366359-2f8f2a044336?crop=entropy&amp;cs=tinysrgb&amp;fit=max&amp;fm=jpg&amp;ixid=MXwxMTc3M3wwfDF8c2VhcmNofDJ8fHN0b3JhZ2UlMjBuYXN8ZW58MHx8fA&amp;ixlib=rb-1.2.1&amp;q=80&amp;w=1000 1000w, https://images.unsplash.com/photo-1604005366359-2f8f2a044336?crop=entropy&amp;cs=tinysrgb&amp;fit=max&amp;fm=jpg&amp;ixid=MXwxMTc3M3wwfDF8c2VhcmNofDJ8fHN0b3JhZ2UlMjBuYXN8ZW58MHx8fA&amp;ixlib=rb-1.2.1&amp;q=80&amp;w=1600 1600w, https://images.unsplash.com/photo-1604005366359-2f8f2a044336?crop=entropy&amp;cs=tinysrgb&amp;fit=max&amp;fm=jpg&amp;ixid=MXwxMTc3M3wwfDF8c2VhcmNofDJ8fHN0b3JhZ2UlMjBuYXN8ZW58MHx8fA&amp;ixlib=rb-1.2.1&amp;q=80&amp;w=2400 2400w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></figure><h3 id="caracter-sticas">Características</h3><p>Entre outras características omv se destacam:</p><ul><li>Compartilhamento de arquivos através dos protocolos NFS, SMB/CIFS, RSYNC e FTP;</li><li>Suporte a diversos plugins pelo <a href="http://omv-extras.org/" rel="noopener noreferrer">http://omv-extras.org</a> ; Ex: NetTalk, UPS, Clamav, iSCSI, LVM, LDAP;</li><li>Interface Web para gerenciamento;</li><li>Agendamento de tarefas;</li><li>Suporte a partições GPT;</li><li>Suporte a filesystem EXT3/EXT4/XFS/JFS;</li><li>Software RAID JBOD/0/1/5/6;</li><li>Suporte a Quota (por volume);</li><li>Gerenciamento web das ACLs;</li><li>Agregação de Link (Bond);</li><li>Wake On Lan;</li><li>Suporte a IPv6 ;</li></ul><h2 id="instala-o"><strong>Instalação</strong></h2><p>A versão 5.0 é a mais recente do OpenMediaVault. Sua instalação pode ser feita com um simples script no Debian 10 (buster) seja em amd64 ou arm(32 ou 64bit) como raspberrypi.</p><figure class="kg-card kg-code-card"><pre><code class="language-bash">wget -O- https://scripts.infraops.info/omv5-install | sh</code></pre><figcaption>Caso queira ver a integra do script <a href="https://drive.andersonr.net/f/648ec1c08b374c569991/">clique aqui.</a></figcaption></figure><p>Veja abaixo algumas telas do OpenMediaVault no raspberrypi 3.</p><figure class="kg-card kg-gallery-card kg-width-wide"><div class="kg-gallery-container"><div class="kg-gallery-row"><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/omv-dashboard.png" width="1871" height="915" alt="OpenMediaVault 5 - Instalação de NAS baseado em Debian" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2021/01/omv-dashboard.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2021/01/omv-dashboard.png 1000w, https://infraops.info/content/images/size/w1600/2021/01/omv-dashboard.png 1600w, https://infraops.info/content/images/2021/01/omv-dashboard.png 1871w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/omv-filesystem.png" width="1872" height="920" alt="OpenMediaVault 5 - Instalação de NAS baseado em Debian" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2021/01/omv-filesystem.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2021/01/omv-filesystem.png 1000w, https://infraops.info/content/images/size/w1600/2021/01/omv-filesystem.png 1600w, https://infraops.info/content/images/2021/01/omv-filesystem.png 1872w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div></div><div class="kg-gallery-row"><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/omv-logs.png" width="1873" height="919" alt="OpenMediaVault 5 - Instalação de NAS baseado em Debian" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2021/01/omv-logs.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2021/01/omv-logs.png 1000w, https://infraops.info/content/images/size/w1600/2021/01/omv-logs.png 1600w, https://infraops.info/content/images/2021/01/omv-logs.png 1873w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/omv-services.png" width="1874" height="919" alt="OpenMediaVault 5 - Instalação de NAS baseado em Debian" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2021/01/omv-services.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2021/01/omv-services.png 1000w, https://infraops.info/content/images/size/w1600/2021/01/omv-services.png 1600w, https://infraops.info/content/images/2021/01/omv-services.png 1874w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div></div></div></figure>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[WhatsApp vai passar a compartilhar mais dados com Facebook]]></title><description><![CDATA[<p>WhatsApp, o mais popular aplicativo de mensagens aqui no brasil mudou seus termos de uso hoje, dia 7/01 e vai passar compartilhar mais dados com sua empresa controladora, o Facebook. Pedindo que os seus 2 bilhões de usuários que aceitem novos termos de uso. </p><p>Os usuários que se recusarem</p>]]></description><link>https://infraops.info/whatsapp-passa-compartilhar-mais-dados-facebook/</link><guid isPermaLink="false">5ff7758ac3ddb000782cbb55</guid><category><![CDATA[Notícias]]></category><dc:creator><![CDATA[Anderson Ribeiro]]></dc:creator><pubDate>Thu, 07 Jan 2021 21:18:32 GMT</pubDate><media:content url="https://infraops.info/content/images/2021/01/facebook.jpg" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/facebook.jpg" alt="WhatsApp vai passar a compartilhar mais dados com Facebook"><p>WhatsApp, o mais popular aplicativo de mensagens aqui no brasil mudou seus termos de uso hoje, dia 7/01 e vai passar compartilhar mais dados com sua empresa controladora, o Facebook. Pedindo que os seus 2 bilhões de usuários que aceitem novos termos de uso. </p><p>Os usuários que se recusarem não poderão mais acessar suas contas a partir de 8 de fevereiro.</p><p>Esta é uma forma do Facebook rentabilizar o WhatsApp ao permitir que os anunciantes contactem seus clientes direto pelo aplicativo de mensagens, ou mesmo vendam seus produtos, como já acontece na Índia.</p><p>Os dados que podem ser compartilhados entre o WhatsApp e o Facebook (incluindo Instagram e Messenger) incluem os contatos e informações de perfil, exceto o conteúdo de mensagens.</p><p>O interessante é que no caso da União Europeia e do Reino Unido. Eles serão usados apenas para desenvolver as funcionalidades oferecidas às contas profissionais do WhatsApp Business.</p><p>Será que agora é o momento de mudar de vez para o Telegram? </p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[VeraCrypt - Criando disco virtual criptografado]]></title><description><![CDATA[VeraCrypt é um software open-source usado para criptografia on-the-fly (OTFE), ele permite montar um disco virtual criptografado dentro de um arquivo. ]]></description><link>https://infraops.info/veracrypt-disco-virtual-criptografado/</link><guid isPermaLink="false">5ff30695c3ddb000782cba89</guid><category><![CDATA[segurança]]></category><dc:creator><![CDATA[Anderson Ribeiro]]></dc:creator><pubDate>Mon, 04 Jan 2021 23:22:55 GMT</pubDate><media:content url="https://infraops.info/content/images/2021/01/veracrypt-logo.jpg" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/veracrypt-logo.jpg" alt="VeraCrypt - Criando disco virtual criptografado"><p>VeraCrypt é um software open-source usado para <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/On-the-fly_encryption" rel="noopener noreferrer">criptografia on-the-fly (OTFE)</a>, ele permite montar um disco virtual criptografado dentro de um arquivo. É um fork do projeto TrueCrypt, que foi descontinuado devido as vulnerabilidades encontradas.</p><p>Foi inicialmente lançado em 22 de junho de 2013 utilizando a versão 7.1a do TrueCrypt. De acordo com seus desenvolvedores, melhorias de segurança foram implementadas e os problemas levantados por auditorias do código TrueCrypt foram corrigidos. Desde então, amadureceu muito para tornar-se uma ótima solução de criptografia.</p><p>VeraCrypt inclui implementações otimizadas de funções criptográficas de hash e cifras que aumentam o desempenho em CPUs modernas.</p><h3 id="criptografia">Criptografia</h3><p>Varias criptografias individuais são suportadas pelo VeraCrypt. Como AES, Serpent, Twofish, Camellia e Kuznyechik. Além disso, dez combinações diferentes de algoritmos em cascata estão disponíveis: </p><ol><li>AES – Twofish</li><li>AES – Twofish – Serpent</li><li>Camellia – Kuznyechik</li><li>Camellia – Serpent</li><li>Kuznyechik – AES</li><li>Kuznyechik – Serpent – ​​Camellia</li><li>Kuznyechik – Twofish</li><li>Serpent – ​​AES</li><li>Serpent – ​​Twofish – AES </li><li>Twofish – Serpent</li></ol><p>As funções de hash criptográficas disponíveis para uso em VeraCrypt são RIPEMD-160, SHA-256, SHA-512, Streebog e Whirlpool.</p><h3 id="melhorias-de-seguran-a">Melhorias de segurança</h3><ul><li>VeraCrypt considerou o formato de armazenamento TrueCrypt muito vulnerável a um ataque da National Security Agency (NSA), por isso criou um novo formato incompatível com o do TrueCrypt. Porém, ainda sendo capaz de abrir e converter volumes no formato TrueCrypt.</li><li>Corrigido o problema que permitia a execução arbitrária de código de um invasor e escalonamento de privilégios por meio de sequestro de DLL.</li><li>VeraCrypt usa 655.331 iterações de RIPEMD160 e 500.000 iterações de SHA-2 e Whirlpool por padrão (que é personalizável pelo usuário para ser tão baixo quanto 16.000). Enquanto essas configurações padrão tornam o VeraCrypt mais lento na abertura de partições criptografadas, ele também torna os ataques de adivinhação de senha mais lentos.</li><li>Um novo recurso chamado "Personal Iterations Multiplier" (PIM) fornece um parâmetro cujo valor é usado para controlar o número de iterações usadas pela função de derivação da chave do cabeçalho, tornando os ataques de força bruta potencialmente ainda mais difíceis. </li><li>Corrigido vulnerabilidade no bootloader no Windows e várias otimizações foram feitas. Adicionando suporte para SHA-256 para a opção de criptografia de inicialização do sistema, como também, corrigiram um problema de segurança ShellExecute. </li><li>Os usuários de Linux e macOS se beneficiam do suporte para discos rígidos com tamanhos de setor maiores que 512. O Linux também recebeu suporte para a formatação NTFS de volumes.</li><li>As senhas Unicode são suportadas em todos os sistemas operacionais desde a versão 1.17 (exceto para criptografia do sistema no Windows).</li><li>VeraCrypt adicionou a capacidade de inicializar partições do sistema usando UEFI na versão 1.18a.</li><li>A opção para ativar / desativar o suporte para o comando TRIM para unidades do sistema e não do sistema foi adicionada.</li><li>A opção de apagar as chaves de criptografia do sistema da RAM durante o desligamento / reinicialização foi adicionada. Ajudando a mitigar alguns ataques de inicialização.</li><li>A criptografia de RAM para chaves e senhas em sistemas de 64 bits foi adicionada.</li></ul><h3 id="instala-o">Instalação</h3><p>Utilize o repositório abaixo para instalar no Ubuntu / Debian.</p><pre><code class="language-bash">sudo add-apt-repository ppa:unit193/encryption 
sudo apt-get update 
sudo apt-get install veracrypt</code></pre><p>Clique no link abaixo para baixar outros instaladores/pacotes para Windows, Mac e outras distribuições linux.</p><figure class="kg-card kg-bookmark-card"><a class="kg-bookmark-container" href="https://www.veracrypt.fr/en/Downloads.html"><div class="kg-bookmark-content"><div class="kg-bookmark-title">VeraCrypt - Free Open source disk encryption with strong security for the Paranoid</div><div class="kg-bookmark-description">VeraCrypt is free open-source disk encryption software for Windows, Mac OS X and Linux. In case an attacker forces you to reveal the password, VeraCrypt provides plausible deniability. In contrast to file encryption, data encryption performed by VeraCrypt is real-time (on-the-fly), automatic, transp…</div><div class="kg-bookmark-metadata"><span class="kg-bookmark-publisher">Free Open source disk encryption with strong security for the Paranoid</span></div></div><div class="kg-bookmark-thumbnail"><img src="https://www.veracrypt.fr/en/VeraCrypt128x128.png" alt="VeraCrypt - Criando disco virtual criptografado"></div></a></figure><h3 id="utiliza-o">Utilização</h3><p>A utilização do VeraCrypt é bem simples, quem já conhece o TrueCrypt o processo é basicamente o mesmo. Quem ainda não conhece, veja o vídeo abaixo que mostra a criação do arquivo criptografado e sua montagem como unidade no Ubuntu.</p><figure class="kg-card kg-embed-card"><iframe width="356" height="200" src="https://www.youtube.com/embed/K09_UgOdqRA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></figure><p>Fonte:</p><figure class="kg-card kg-bookmark-card"><a class="kg-bookmark-container" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/VeraCrypt"><div class="kg-bookmark-content"><div class="kg-bookmark-title">VeraCrypt – Wikipédia, a enciclopédia livre</div><div class="kg-bookmark-description"></div><div class="kg-bookmark-metadata"><img class="kg-bookmark-icon" src="https://pt.wikipedia.org/static/apple-touch/wikipedia.png" alt="VeraCrypt - Criando disco virtual criptografado"><span class="kg-bookmark-author">Contribuidores dos projetos da Wikimedia</span><span class="kg-bookmark-publisher">Fundação Wikimedia, Inc.</span></div></div><div class="kg-bookmark-thumbnail"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6a/VeraCrypt_Logo.svg/1200px-VeraCrypt_Logo.svg.png" alt="VeraCrypt - Criando disco virtual criptografado"></div></a></figure>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Rkhunter - Rootkit scanner para linux]]></title><description><![CDATA[<p>Rkhunter (<strong><strong>Rootkit Hunter</strong></strong>) é um ferramenta open source para detecção de rootkits, backdoors e outras vulnerabilidades do sistemas, podendo verificar arquivos ocultos, permissões erradas em binários, inclusão linhas suspeitas no kernel, entre outras. Criado por <strong><strong>Michael Boelen </strong></strong>é mesmo desenvolvedor de outra ferramenta, o <strong><strong>Lynis</strong></strong> utilizado para auditoria de sistemas</p>]]></description><link>https://infraops.info/rkhunter-rootkit-scanner-linux/</link><guid isPermaLink="false">5fef98a1c3ddb000782cb9ec</guid><category><![CDATA[segurança]]></category><category><![CDATA[servidores]]></category><dc:creator><![CDATA[Anderson Ribeiro]]></dc:creator><pubDate>Sun, 03 Jan 2021 16:20:03 GMT</pubDate><media:content url="https://infraops.info/content/images/2021/01/Rkhunter-logo.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://infraops.info/content/images/2021/01/Rkhunter-logo.png" alt="Rkhunter - Rootkit scanner para linux"><p>Rkhunter (<strong><strong>Rootkit Hunter</strong></strong>) é um ferramenta open source para detecção de rootkits, backdoors e outras vulnerabilidades do sistemas, podendo verificar arquivos ocultos, permissões erradas em binários, inclusão linhas suspeitas no kernel, entre outras. Criado por <strong><strong>Michael Boelen </strong></strong>é mesmo desenvolvedor de outra ferramenta, o <strong><strong>Lynis</strong></strong> utilizado para auditoria de sistemas que também já mostrei <a href="https://infraops.info/lynis-auditoria-de-seguranca-unix/" rel="noopener noreferrer">aqui no blog.</a></p><h3 id="caracter-sticas">Características</h3><ul><li>Compara MD5 hash;</li><li>Busca por arquivos comuns usados por rootkits;</li><li>Busca por binários com permissões configuradas erradamente;</li><li>Verifica linhas suspeitas no kernel (módulos <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Loadable_kernel_module" rel="noopener noreferrer">LKM e KLD</a>);</li><li>Verifica arquivos ocultos;</li></ul><h3 id="instala-o">Instalação</h3><p>A instalação do Rkhunter no Debian/Ubuntu é simples bastando executar os comandos abaixo:</p><pre><code class="language-bash">apt-get install hkunter</code></pre><p>Você também pode baixar o fonte e instalar manualmente:</p><pre><code class="language-bash">wget http://downloads.sourceforge.net/project/rkhunter/rkhunter/1.4.2/rkhunter-1.4.2.tar.gz
tar -xvf rkhunter-1.4.2.tar.gz 
cd rkhunter-1.4.2 
./installer.sh --layout default --install</code></pre><h2 id="buscando-por-rootkit"><strong>Buscando por rootkit</strong></h2><p>Vamos iniciar a verificação no sistema, mas primeiro, é importante atualizar o rkhunter e a base de dados de rootkit. Para isso, execute os comandos:</p><pre><code class="language-bash">rkhunter --update
rkhunter --propupd
</code></pre><p>Agora sim. Com tudo atualizado, podemos verificar o sistema.</p><pre><code class="language-bash">rkhunter -c --enable all --disable none</code></pre><p>Veja abaixo um vídeo do rkhunter rodando.</p><figure class="kg-card kg-embed-card"><iframe width="267" height="200" src="https://www.youtube.com/embed/l2US-nCzjQ4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></figure><p></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Adobe encerra amanhã suporte ao Flash Player]]></title><description><![CDATA[A Adobe já havia anunciado seus planos de remover o Flash em julho de 2017. O período de três anos deu aos sites e criadores de conteúdo a chance de mudar para o HTML5.]]></description><link>https://infraops.info/adobe-encerra-suporte-flash-player/</link><guid isPermaLink="false">5fee2988c3ddb000782cb99b</guid><category><![CDATA[Notícias]]></category><dc:creator><![CDATA[Anderson Ribeiro]]></dc:creator><pubDate>Thu, 31 Dec 2020 20:24:13 GMT</pubDate><media:content url="https://infraops.info/content/images/2020/12/r_i_p_adobe_flash_player_1996_2020_by_myvidlii2016yt_debdpup-fullview.jpg" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/r_i_p_adobe_flash_player_1996_2020_by_myvidlii2016yt_debdpup-fullview.jpg" alt="Adobe encerra amanhã suporte ao Flash Player"><p>A Adobe já havia anunciado seus planos de remover o Flash em julho de 2017. O período de três anos deu aos sites e criadores de conteúdo a chance de mudar para o HTML5.</p><p>Já em 2021, Microsoft oficialmente não oferecerá mais suporte ao Adobe Flash Player. A partir de 12 de janeiro de 2021, a Adobe bloqueará a execução de conteúdo Flash usando o Flash Player. Se você tentar executar o Flash Player instalado em seu sistema, verá o seguinte aviso:</p><figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/thank-you-for-using-adobe-flash-player.png" class="kg-image" alt="Adobe encerra amanhã suporte ao Flash Player" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2020/12/thank-you-for-using-adobe-flash-player.png 600w, https://infraops.info/content/images/2020/12/thank-you-for-using-adobe-flash-player.png 662w"></figure><p>Também em 2021, um patch do Windows 10 removerá o Adobe Flash do seu sistema. O processo de remoção do Flash virá em duas etapas.</p><p>Uma atualização foi lançada em outubro de 2020 e removeu qualquer cópia do Adobe Flash Player instalada através do Windows 10. Isso significa que, se você tiver o Adobe Flash Player instalado como um programa normal em sua lista de aplicativos de Programas e Recursos, a atualização o removerá.</p><p>No entanto, essa atualização não apaga todos os tipos de Flash. Por exemplo, se você tiver um componente Flash instalado no Microsoft Edge, ele permanecerá após a atualização. A Microsoft lançará uma segunda atualização removendo componente do Flash Player de seu navegador em uma data posterior.</p><p>Outros navegadores importantes já tomaram medidas para remover o Adobe Flash Player. A Mozilla removerá o Flash Player do Firefox versão 85, com lançamento previsto para 26 de janeiro de 2021.</p><p>O Google Chrome desativou o suporte a Flash padrão com a versão 76 (estamos no Chrome versão 87 no momento em que este artigo foi escrito) e removerá completamente a opção Flash com uma próxima atualização.</p><p>E a Apple eliminou o suporte a Flash com Safari 14, enquanto o Opera seguirá o mesmo processo de bloqueio e remoção que o Google Chrome (e outros navegadores baseados em Chromium).</p><p>Fonte:</p><figure class="kg-card kg-bookmark-card"><a class="kg-bookmark-container" href="https://www.makeuseof.com/adobe-flash-player-support-ends-today/"><div class="kg-bookmark-content"><div class="kg-bookmark-title">The End of an Era: Adobe Flash Player Support Ends Today</div><div class="kg-bookmark-description">This is the end, beautiful friend. Adobe Flash Player is no more.</div><div class="kg-bookmark-metadata"><img class="kg-bookmark-icon" src="https://www.makeuseof.com/public/build/images/apple-icon-180x180.6e8701f1.png" alt="Adobe encerra amanhã suporte ao Flash Player"><span class="kg-bookmark-author">Gavin Phillips</span><span class="kg-bookmark-publisher">MakeUseOf</span></div></div><div class="kg-bookmark-thumbnail"><img src="https://static1.makeuseofimages.com/wp-content/uploads/2020/09/flash-removed-2021-featured.png" alt="Adobe encerra amanhã suporte ao Flash Player"></div></a></figure><figure class="kg-card kg-bookmark-card"><a class="kg-bookmark-container" href="https://www.adobe.com/br/products/flashplayer/end-of-life.html"><div class="kg-bookmark-content"><div class="kg-bookmark-title">Adobe Flash Player End of Life</div><div class="kg-bookmark-description">Adobe Flash Player End of Life general information</div><div class="kg-bookmark-metadata"><img class="kg-bookmark-icon" src="https://www.adobe.com/content/dam/cc/Adobe_favicon.ico" alt="Adobe encerra amanhã suporte ao Flash Player"><span class="kg-bookmark-publisher">ADOBE FLASH PLAYER</span></div></div><div class="kg-bookmark-thumbnail"><img src="https://www.adobe.com/content/dam/cc/icons/flashplayer.svg" alt="Adobe encerra amanhã suporte ao Flash Player"></div></a></figure>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Mod_rpaf: Recebendo ip do cliente no Apache backend]]></title><description><![CDATA[Quando usamos o nginx como proxy reverso com o apache no backend, o ip que apache a recebe em seus logs é o do nginx. Desta forma, tanto o log do apache...]]></description><link>https://infraops.info/mod_rpaf-recebendo-ip-cliente-apache/</link><guid isPermaLink="false">5fec97cdc3ddb000782cb8da</guid><category><![CDATA[servidores]]></category><dc:creator><![CDATA[Anderson Ribeiro]]></dc:creator><pubDate>Wed, 30 Dec 2020 15:49:10 GMT</pubDate><media:content url="https://infraops.info/content/images/2020/12/nginx-reverse-proxy-apache-1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/nginx-reverse-proxy-apache-1.png" alt="Mod_rpaf: Recebendo ip do cliente no Apache backend"><p>Quando usamos o nginx como proxy reverso com o apache no backend, o ip do cliente que apache recebe em seus logs é o do nginx. Desta forma, o log do apache e a aplicação rodando nesse backend irá receber o mesmo ip do servidor nginx e não do cliente que acessou o serviço. Como consequência, surgem diversos problemas, principalmente quando tentamos identificar as requisições, seja por segurança ou para própria utilização da aplicação.</p><p>Para contornar o problema, o nginx possui o parâmetro <code>HTTP X-Forwarded-For header</code> que encaminhar o ip real do cliente para o apache. No entanto, o apache não resolve isso por padrão e para reconhecer o ip do cliente enviado pelo nginx é preciso instalar o módulo <code>mod_rpaf</code>.</p><h3 id="instala-o">Instalação</h3><p>A instalação do <code>mod_rpaf</code> no Debian/Ubuntu é simples, basta executar o comando abaixo:</p><pre><code class="language-bash">apt-get install libapache2-mod-rpaf</code></pre><p>Uma vez instalado, é preciso configurar o arquivo <code>/etc/apache/mods-enable/mod_rpaf.conf</code> alterando o parâmetro <code>RPAFproxy_ips</code> para o ip do nginx. Neste caso, <code>127.0.0.1</code>.</p><figure class="kg-card kg-code-card"><pre><code class="language-text">&lt;IfModule mod_rpaf.c&gt;
RPAFenable On
RPAFsethostname On
RPAFproxy_ips 127.0.0.1
&lt;/IfModule&gt;</code></pre><figcaption><code>mod_rpaf.conf</code> - alterar parâmetro <code>RPAFproxy_ips</code> para ip do seu servidor nginx.</figcaption></figure><p>Agora reinicie o apache para que ele receba o endereço de ip correto nos logs de acesso.</p><pre><code class="language-bash">service apache2 restart</code></pre><p>Se ainda assim não funcionar. Verifique se as configurações do proxy reverso no nginx possui os parâmetros abaixo:</p><pre><code class="language-bash">proxy_set_header Host $host;
proxy_set_header X-Real-IP $remote_addr;
proxy_set_header X-Forwarded-For $proxy_add_x_forwarded_for;</code></pre><h3 id="fontes-">Fontes:</h3><figure class="kg-card kg-bookmark-card"><a class="kg-bookmark-container" href="https://www.nginx.com/resources/admin-guide/reverse-proxy/"><div class="kg-bookmark-content"><div class="kg-bookmark-title">NGINX Docs | NGINX Reverse Proxy</div><div class="kg-bookmark-description">Configure NGINX as a reverse proxy for HTTP and other protocols, with support for modifying request headers and fine-tuned buffering of responses.</div><div class="kg-bookmark-metadata"><img class="kg-bookmark-icon" src="https://www.nginx.com/_static/favicon-64x46.ico" alt="Mod_rpaf: Recebendo ip do cliente no Apache backend"><span class="kg-bookmark-publisher">NGINX Documentation</span></div></div><div class="kg-bookmark-thumbnail"><img src="https://docs.nginx.com/_static/images/nginx-documentation-500x300.png" alt="Mod_rpaf: Recebendo ip do cliente no Apache backend"></div></a></figure><figure class="kg-card kg-bookmark-card"><a class="kg-bookmark-container" href="https://nginx.org/en/docs/http/ngx_http_proxy_module.html"><div class="kg-bookmark-content"><div class="kg-bookmark-title">Module ngx_http_proxy_module</div><div class="kg-bookmark-description"></div><div class="kg-bookmark-metadata"></div></div><div class="kg-bookmark-thumbnail"><img src="https://nginx.org/nginx.png" alt="Mod_rpaf: Recebendo ip do cliente no Apache backend"></div></a></figure>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Navegador Vivaldi agora possui cliente de e-mail]]></title><description><![CDATA[Um cliente de e-mail completo é o último grande recurso adicionado ao Vivaldi, o navegador baseado em Chromium.]]></description><link>https://infraops.info/vivaldi-agora-possui-cliente-email/</link><guid isPermaLink="false">5fec493d3c385200797e08b2</guid><category><![CDATA[Notícias]]></category><dc:creator><![CDATA[Anderson Ribeiro]]></dc:creator><pubDate>Wed, 30 Dec 2020 10:04:07 GMT</pubDate><media:content url="https://infraops.info/content/images/2020/12/mail-horizontal-1.jpg" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/mail-horizontal-1.jpg" alt="Navegador Vivaldi agora possui cliente de e-mail"><p>Um cliente de e-mail completo é o último grande recurso adicionado ao Vivaldi, o navegador baseado em Chromium. Outras adições recentes incluem um leitor de feed RSS, um calendário amigável para várias contas, editor de texto e um jogo de arcade integrado.</p><figure class="kg-card kg-gallery-card kg-width-wide"><div class="kg-gallery-container"><div class="kg-gallery-row"><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/Simple-view.jpg" width="1539" height="980" alt="Navegador Vivaldi agora possui cliente de e-mail" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2020/12/Simple-view.jpg 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2020/12/Simple-view.jpg 1000w, https://infraops.info/content/images/2020/12/Simple-view.jpg 1539w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/Toggle.jpg" width="1487" height="1023" alt="Navegador Vivaldi agora possui cliente de e-mail" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2020/12/Toggle.jpg 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2020/12/Toggle.jpg 1000w, https://infraops.info/content/images/2020/12/Toggle.jpg 1487w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/Panel-2_2.jpg" width="1920" height="1080" alt="Navegador Vivaldi agora possui cliente de e-mail" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2020/12/Panel-2_2.jpg 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2020/12/Panel-2_2.jpg 1000w, https://infraops.info/content/images/size/w1600/2020/12/Panel-2_2.jpg 1600w, https://infraops.info/content/images/2020/12/Panel-2_2.jpg 1920w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div></div></div></figure><p>O Vivaldi Mail funciona com os mais modernos serviços de e-mail via IMAP ou POP. Por enquanto, isso não inclui contas do Google ou do Gmail.</p><p>Quando tento autorizar o Vivaldi Mail por meio do Google (para que ele possa acessar minha caixa de entrada do Gmail), um alerta aparece dizendo: “Fazer login com o Google temporariamente desativado para este aplicativo. Este aplicativo ainda não foi verificado pelo Google para usar o Login do Google. ”</p><p>Vivaldi diz que este é um "problema conhecido" e por enquanto, não são permitidos mais de 100 logins simultâneos no Gmail do Vivaldi Mail.</p><p>Você pode usar provedores de e-mail alternativos com o aplicativo. O Vivaldi Mail pode até mesmo detectar automaticamente as configurações corretas (que também podem ser editadas manualmente). O navegador oferece ajuda para se inscrever em uma conta gratuita de e-mail do Vivaldi.net (se você quiser).</p><p>Não acho que o Vivaldi Mail é melhor ou pior do que qualquer outro cliente de e-mail, como o Thunderbird, por exemplo. Acho até conveniente ter cliente de e-mail completo no navegador.</p><p>Uma variedade de configurações de e-mail estão disponíveis para este aplicativo. Você pode alterar o layout de exibição de e-mail de painéis verticais (padrão) para horizontal (mais parecido com Thunderbird); definir preferências para a freqüência de verificação de novos e-mails, mostrar novos alertas de e-mail na IU do navegador e criar filtros.</p><p>Para testar o Vivaldi Mail você pode baixar e instalar a versão mais recente do navegador que está disponível para Windows, macOS e Linux, incluindo (notavelmente) 32 bits e ARM64, habilitar o Vivaldi Mail na página <code>vivaldi://experiments</code> e reiniciar o navegador antes que o recurso apareça.</p><figure class="kg-card kg-image-card kg-card-hascaption"><img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/vivaldi-experiments-1.png" class="kg-image" alt="Navegador Vivaldi agora possui cliente de e-mail" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2020/12/vivaldi-experiments-1.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2020/12/vivaldi-experiments-1.png 1000w, https://infraops.info/content/images/size/w1600/2020/12/vivaldi-experiments-1.png 1600w, https://infraops.info/content/images/2020/12/vivaldi-experiments-1.png 1909w" sizes="(min-width: 720px) 720px"><figcaption><code><a href="vivaldi://experiments">vivaldi://experiments</a></code></figcaption></figure><p>Fonte:</p><figure class="kg-card kg-bookmark-card"><a class="kg-bookmark-container" href="https://vivaldi.com/blog/vivaldi-mail-technical-preview/"><div class="kg-bookmark-content"><div class="kg-bookmark-title">Introducing Vivaldi Mail in Technical Preview | Vivaldi Browser</div><div class="kg-bookmark-description">Vivaldi Mail, Vivaldi Feed Reader and Vivaldi Calendar make their first public appearance. Download the latest Vivaldi Snapshot version to test them all.</div><div class="kg-bookmark-metadata"><img class="kg-bookmark-icon" src="https://vivaldi.com/wp-content/uploads/cropped-favicon-192x192.png" alt="Navegador Vivaldi agora possui cliente de e-mail"><span class="kg-bookmark-author">Jon von Tetzchner</span><span class="kg-bookmark-publisher">Vivaldi Browser</span></div></div><div class="kg-bookmark-thumbnail"><img src="https://vivaldi.com/wp-content/uploads/hero_v3.png" alt="Navegador Vivaldi agora possui cliente de e-mail"></div></a></figure>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Google Drive começa a deletar arquivos na lixeira depois 30 dias]]></title><description><![CDATA[Google mudou como o Google Drive trata arquivos e documentos. Desde o dia 13 de outubro, arquivos na lixeira são automaticamente deletados após 30 dias. Com esta mudança, a lixeira do Drive irá funcionar na mesma forma que outros produtos Google, como Gmail, por exemplo.]]></description><link>https://infraops.info/google-ira-deletar-arquivos-na-lixeira-depois-30-dias/</link><guid isPermaLink="false">5feb66ad78dfc6007822b7e6</guid><category><![CDATA[Notícias]]></category><dc:creator><![CDATA[Anderson Ribeiro]]></dc:creator><pubDate>Tue, 29 Dec 2020 17:45:14 GMT</pubDate><media:content url="https://infraops.info/content/images/2020/12/google-drive-banner.jpg" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/google-drive-banner.jpg" alt="Google Drive começa a deletar arquivos na lixeira depois 30 dias"><p>Google mudou como o Google Drive trata arquivos e documentos. Desde o dia 13 de outubro, arquivos na lixeira são automaticamente deletados após 30 dias. Com esta mudança, a lixeira do Drive irá funcionar na mesma forma que outros produtos Google, como Gmail, por exemplo.</p><p>Anteriormente, Google Drive mantinha os arquivos na lixeira indefinidamente - a menos que você entrasse e esvaziasse a lixeira para de fato excluí-los - com isso a "lixeira" funcionava apenas como uma maneira de simplesmente ocultar arquivos que você não queria ver. Administradores do G Suite também podem restaurar itens excluídos da lixeira por até 25 dias para usuários ativos. Portando, se você perder acidentalmente um documento de trabalho importante ainda poderá salvá-lo.</p><p>Embora o recurso de eliminação automática possa ser frustrante para alguns usuários, pode haver benefícios reais também, já que o Google contabilize os arquivos na lixeira que não foram excluídos em sua cota de armazenamento do Drive.</p><p>Para garantir que todos estejam cientes do recurso, o Google também adicionará uma notificação de banner ao Google Drive, bem como aos aplicativos específicos do Google Docs e Google Forms.</p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[BackupPC - Uma ótima solução de backup mutiplataforma]]></title><description><![CDATA[BackupPC é uma solução de backup multi-plataforma que pode ser configurado para fazer backup remotos de sistemas Linux e Windows. Nenhum cliente é necessário, pois o servidor utiliza uma variedade protocolos (NFS, SSH, SMB e rsync) que são serviços nativos do sistema operacional do cliente.]]></description><link>https://infraops.info/backuppc-solucao-backup-mutiplataforma/</link><guid isPermaLink="false">5feb2a7878dfc6007822b772</guid><category><![CDATA[linux]]></category><dc:creator><![CDATA[Anderson Ribeiro]]></dc:creator><pubDate>Tue, 29 Dec 2020 13:31:15 GMT</pubDate><media:content url="https://infraops.info/content/images/2020/12/backuppc-logo.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/backuppc-logo.png" alt="BackupPC - Uma ótima solução de backup mutiplataforma"><p>BackupPC é uma solução de backup multi-plataforma que pode ser configurado para fazer backup remotos de sistemas Linux e Windows. Nenhum cliente é necessário, pois o servidor utiliza uma variedade protocolos (NFS, SSH, SMB e rsync) que são serviços nativos do sistema operacional do cliente, também possui uma agenda flexível para coordenar backups completos e incrementais.</p><p>O BackupPC utiliza uma combinação de “hard links” e compressão para reduzir o espaço usado em disco para backups dos arquivos. No primeiro backup completo, todos os arquivos são transferidos para o backend, opcionalmente comprimidos, e em seguida, comparados. Arquivos que são idênticos são linkados (“hard link”) usando apenas uma entrada de diretório adicional.</p><p>O resultado é que um administrador do sistema poderia realizar um backup de dez estações Windows com 10 GB de dados cada, e se 8 GB de dados são repetidos em cada máquina (Ex: arquivos binários do Office e Windows) seria necessário 100GB para backup, no entanto, o BackupPC utiliza apenas 28 GB (10 × 2 GB + 8 GB). A compressão dos dados no back-end irá reduzir ainda mais esse valor. O BackupPC é baseado em disco e não em fita. Esta particularidade permite recursos não encontrados em nenhuma outra solução de backup:</p><h2 id="caracter-sticas"><strong>Características</strong></h2><ul><li>Esquema de “pooling” inteligente minimiza o armazenamento no disco e a E/S de disco. Arquivos idênticos através de múltiplos backups do mesmo ou de um PC diferente são armazenados somente uma vez resultando em um ganho substancial de espaço e escritas em disco. Também conhecido como “deduplicação de dados”.</li><li>Compressão opcional fornece redução adicional no armazenamento. O impacto de uso da CPU é baixo pois apenas novos arquivos (aqueles que ainda não estão no “pool”) precisam ser compactados.</li><li>Uma poderosa interface de usuário http/cgi com a qual administradores podem ver arquivos de log, configuração, estado atual e usuários podem iniciar e cancelar backups e navegar e restaurar arquivos dos backups muito rapidamente.</li><li>Não é necessário software no lado cliente. Em máquinas Windows o protocolo smb é usado. Em clientes Linux ou Unix, rsync ou tar (sobre ssh/rsh/nfs) pode ser usado.</li><li>Opções de restauração flexíveis. Arquivos únicos podem ser baixados de qualquer backup diretamente da interface CGI. Arquivos Zip ou Tar para arquivos ou diretórios selecionados também podem ser baixados pela interface CGI.</li><li>Suporta ambientes móveis onde laptops são conectados à rede intermitentemente e possuem endereços IP dinâmicos (DHCP).</li><li>Parâmetros de configuração flexíveis permitem que múltiplos backups sejam executados em paralelo.</li></ul><h3 id="instala-o">Instalação</h3><p>Para instalar o BackupPC no Ubuntu/Debian, basta executar os comandos abaixo:</p><pre><code class="language-bash">apt-get update
apt-get install backuppc</code></pre><p>Selecione “Local Only” e “localhost” conforme as imagens.</p><figure class="kg-card kg-gallery-card kg-width-wide"><div class="kg-gallery-container"><div class="kg-gallery-row"><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/backuppc-install-01.png" width="624" height="395" alt="BackupPC - Uma ótima solução de backup mutiplataforma" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2020/12/backuppc-install-01.png 600w, https://infraops.info/content/images/2020/12/backuppc-install-01.png 624w"></div><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/backuppc-install-02.png" width="624" height="395" alt="BackupPC - Uma ótima solução de backup mutiplataforma" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2020/12/backuppc-install-02.png 600w, https://infraops.info/content/images/2020/12/backuppc-install-02.png 624w"></div><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/backuppc-install-03-300x190.png" width="300" height="190" alt="BackupPC - Uma ótima solução de backup mutiplataforma"></div></div></div></figure><p>Agora precisamos instalar e configurar o apache para acessar a interface web do BackupPC.</p><pre><code class="language-bash">apt-get install apache2-utils</code></pre><p>O instalador também gerou uma senha para interface web do BackupPC. Para alterar a senha execute o comando e reinicie o apache:</p><pre><code class="language-bash">htpasswd /etc/backuppc/htpasswd backuppc
service apache2 restart</code></pre><p>Importante: Caso a interface web do BackupPC não apareça após o reinicio do apache, execute os comandos abaixo para corrigir o problema.</p><pre><code class="language-bash">rm /etc/apache2/conf-enabled/backuppc.conf
sudo ln /etc/backuppc/apache.conf /etc/apache2/conf-enabled/backuppc.conf
service apache2 restart</code></pre><figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/backuppc-install-05.png" class="kg-image" alt="BackupPC - Uma ótima solução de backup mutiplataforma" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2020/12/backuppc-install-05.png 600w, https://infraops.info/content/images/2020/12/backuppc-install-05.png 624w"></figure>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Cockpit - Monitore e Administre sistemas linux]]></title><description><![CDATA[Cockpit é uma ferramenta web para monitoramento e administração do sistemas linux. Com ele podemos iniciar containers, administrar filesystem, configurar rede, visualizar logs, entre outros..]]></description><link>https://infraops.info/cockpit-monitore-e-administre-sistemas-linux/</link><guid isPermaLink="false">5fea4e98771133007a4e186d</guid><category><![CDATA[segurança]]></category><dc:creator><![CDATA[Anderson Ribeiro]]></dc:creator><pubDate>Mon, 28 Dec 2020 21:51:04 GMT</pubDate><media:content url="https://infraops.info/content/images/2020/12/cockpit-logo-1000x600.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/cockpit-logo-1000x600.png" alt="Cockpit - Monitore e Administre sistemas linux"><p>Cockpit é uma ferramenta web para monitoramento e administração do sistemas linux. Com ele podemos iniciar containers, administrar filesystem, configurar rede, visualizar logs, entre outros..</p><p>Pode ser executado em várias distribuições Linux, incluindo Debian, Ubuntu/Mint, Fedora, CentOS, RHEL e Arch Linux.</p><p>Neste artigo, vou mostrar suas características, processo de instalação no Ubuntu/Mint e Fedora/CentOS e algumas imagens dos principais recursos disponíveis.</p><h3 id="caracter-sticas-"><strong>Características:</strong></h3><ul><li>Permite o gerenciamento de vários servidores em uma única sessão;</li><li>Oferece acesso ao terminal pelo navegador na web;</li><li>Gerenciamento de containers Docker;</li><li>Suporta uma gestão eficiente de contas de usuário do sistema;</li><li>Recolhe informações sobre o desempenho do sistema usando e o exibe em um gráfico;</li><li>Também suporta cluster de Kubernetes ou um cluster v3 OpenShift;</li><li>Permite a modificação das configurações de rede e muitos mais;</li></ul><h3 id="instala-o-no-ubuntu-mint">Instalação no Ubuntu/Mint</h3><pre><code class="language-bash">sudo add-apt-repository ppa:cockpit-project/cockpit 
sudo apt-get update 
sudo apt-get install cockpit \
  cockpit-docker \
  cockpit-networkmanager \
  cockpit-system \
  cockpit-storaged 
sudo systemctl enable --now cockpit.sock</code></pre><h3 id="instala-o-no-fedora-centos">Instalação no Fedora/CentOS</h3><pre><code class="language-bash">yum install cockpit 
systemctl enable --now cockpit.socket 
firewall-cmd --add-service=cockpit 
firewall-cmd --add-service=cockpit --permanent</code></pre><h2 id="usando-o-cockpit">Usando o CockPit</h2><p>Após a instalação, acesse a dasboard em <code>http://localhost:9090</code> e logue com seu usuário ou root do sistema.</p><p>Agora sim! Você já tem acesso as principais informações do sistema, como rede, cpu, memória e disco.</p><figure class="kg-card kg-gallery-card kg-width-wide"><div class="kg-gallery-container"><div class="kg-gallery-row"><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/screenshot-dashboard.png" width="1225" height="702" alt="Cockpit - Monitore e Administre sistemas linux" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2020/12/screenshot-dashboard.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2020/12/screenshot-dashboard.png 1000w, https://infraops.info/content/images/2020/12/screenshot-dashboard.png 1225w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/screenshot-network.png" width="1225" height="703" alt="Cockpit - Monitore e Administre sistemas linux" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2020/12/screenshot-network.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2020/12/screenshot-network.png 1000w, https://infraops.info/content/images/2020/12/screenshot-network.png 1225w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/screenshot-storage.png" width="1225" height="702" alt="Cockpit - Monitore e Administre sistemas linux" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2020/12/screenshot-storage.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2020/12/screenshot-storage.png 1000w, https://infraops.info/content/images/2020/12/screenshot-storage.png 1225w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div></div></div></figure><p>Particularmente o que me levou a testar e implementar o Cockpit foi a possibilidade de gerenciamento de containers docker. Sendo possível executar, criar, compilar, visualizar logs dos containers. Tudo pela dashboard, facilitando muito a administração.</p><p>Fonte:</p><figure class="kg-card kg-bookmark-card"><a class="kg-bookmark-container" href="https://cockpit-project.org"><div class="kg-bookmark-content"><div class="kg-bookmark-title">Cockpit Project — Cockpit Project</div><div class="kg-bookmark-description">Cockpit makes it easy to administer your GNU/Linux servers via a web browser.</div><div class="kg-bookmark-metadata"><img class="kg-bookmark-icon" src="https://cockpit-project.org/images/favicon.png" alt="Cockpit - Monitore e Administre sistemas linux"></div></div><div class="kg-bookmark-thumbnail"><img src="https://cockpit-project.org/FIXME" alt="Cockpit - Monitore e Administre sistemas linux"></div></a></figure>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[LNAV – Melhorando a analise e visualização de logs]]></title><description><![CDATA[Log File Navigator é um pequeno utilitário que melhora a visualização dos arquivos de logs do sistema, é uma aplicação open source que roda em sistemas operacionais Linux e Mac. ]]></description><link>https://infraops.info/lnav-melhorando-a-analise-e-visualizacao-de-logs/</link><guid isPermaLink="false">5fea44cd771133007a4e17d0</guid><category><![CDATA[linux]]></category><dc:creator><![CDATA[Anderson Ribeiro]]></dc:creator><pubDate>Mon, 28 Dec 2020 21:27:09 GMT</pubDate><media:content url="https://infraops.info/content/images/2020/12/lnav-fb-1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/lnav-fb-1.png" alt="LNAV – Melhorando a analise e visualização de logs"><p><strong>Log File Navigator</strong> é um pequeno utilitário que melhora a visualização dos arquivos de logs do sistema, é uma aplicação open source que roda em sistemas operacionais Linux e Mac. </p><p>Como a maioria de nós sabe, o linux armazena seus arquivos de log no diretório <code>/var/log</code> do sistema. Portanto, se você estiver executando qualquer programa, será necessário abrir e visualizar vários arquivos de log neste diretório.</p><p>Na maioria das vezes, você não tem certeza qual arquivo de log irá conter as informações mais relevantes, então você tem que manualmente passar por todos os arquivos, ver seus <em>time-stamps </em>com cuidado e tentar diagnosticar o problema. Bem, existe uma maneira mais fácil. </p><p>Com o lnav e você terá uma visão mais detalhada dos logs de todos do seu ambiente, exibindo vários arquivos em uma única janela, além de ser capaz de ver a atualização em tempo real para esses logs. </p><p>Isso facilita muito a análise e a identificação dos problemas, é uma ferramenta simples e funciona perfeitamente bem em todas as distribuições do Linux.</p><p>Neste artigo, vamos ver seus recursos, instalação e processo de uso com alguns comandos básicos.</p><h3 id="principais-recursos-do-lnav">Principais recursos do lnav</h3><ul><li>Capacidade de detectar automaticamente vários formatos de log;</li><li>Descompactar arquivos do tipo gzip e bzi2. Outros formatos de compressão também são suportados por esta ferramenta;</li><li>Atualização em tempo real talvez seja o recurso mais importante desta ferramenta, ele automaticamente mantém a leitura exibindo atualizações do log em tempo real;</li><li>Ele exibe informações filtradas apenas, portanto, qualquer registro não relacionado ao arquivo não é exibido;</li><li>Características de coloração, ajuda a identificar facilmente a diferença entre "avisos", "informações" ou "erros";</li><li>Ele consulta logs através de SQL e suporta vista de linha de tempo;</li></ul><h3 id="instala-o"><strong>Instalação</strong></h3><p>O lnav já está incluído nos repositórios do gerenciador de pacotes ( Ubuntu / Debian), basta iniciar o terminal e executar o <code>apt-get</code> para instalá-lo.</p><pre><code class="language-bash">sudo apt-get install lnav</code></pre><p>Para o CentOS 7 ou versões mais antigas, você precisa incluir o repositório EPEL.</p><pre><code class="language-bash">yum install epel-release
yum install lnav</code></pre><h3 id="utiliza-o">Utilização </h3><p>Vamos ver alguns exemplos para demonstrar o funcionamento desta ferramenta. Para isso, basta executar o comando <code>lnav</code> que ele começa a exibir os logs mais recentes em <code>/var/log</code>, sua pasta padrão.</p><p>Para ver um diretório específico, basta informá-lo após o comando.</p><pre><code class="language-bash">lnav /var/log/apt/</code></pre><figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/lnav-logs_opt.gif" class="kg-image" alt="LNAV – Melhorando a analise e visualização de logs"></figure><p>Para alterar entre os arquivos de log do diretório utilize as tecla <code>f</code> ou <code>shift+f</code>.</p><figure class="kg-card kg-gallery-card kg-width-wide"><div class="kg-gallery-container"><div class="kg-gallery-row"><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/lnav---screenshot-1.png" width="1920" height="1014" alt="LNAV – Melhorando a analise e visualização de logs" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2020/12/lnav---screenshot-1.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2020/12/lnav---screenshot-1.png 1000w, https://infraops.info/content/images/size/w1600/2020/12/lnav---screenshot-1.png 1600w, https://infraops.info/content/images/2020/12/lnav---screenshot-1.png 1920w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div><div class="kg-gallery-image"><img src="https://infraops.info/content/images/2020/12/lnav-fb.png" width="1128" height="720" alt="LNAV – Melhorando a analise e visualização de logs" srcset="https://infraops.info/content/images/size/w600/2020/12/lnav-fb.png 600w, https://infraops.info/content/images/size/w1000/2020/12/lnav-fb.png 1000w, https://infraops.info/content/images/2020/12/lnav-fb.png 1128w" sizes="(min-width: 720px) 720px"></div></div></div></figure><p>Veja a lista completa de atalhos em <code>lnav -h</code>.</p><p>Espero que tenha gostado deste artigo, o lnav é uma ferramenta imprescindível para administradores de sistemas e de rede. Ele pode ajudar a identificar rapidamente os problemas, a análise de logs nunca ficou tão fácil. :) Experimente, se você tiver alguma dúvida ou sugestão deixe abaixo nos comentários.</p><p>Fonte:</p><figure class="kg-card kg-bookmark-card"><a class="kg-bookmark-container" href="https://lnav.org"><div class="kg-bookmark-content"><div class="kg-bookmark-title">The Log File Navigator</div><div class="kg-bookmark-description"></div><div class="kg-bookmark-metadata"><img class="kg-bookmark-icon" src="https://assets.squarespace.com/universal/default-favicon.ico" alt="LNAV – Melhorando a analise e visualização de logs"><span class="kg-bookmark-publisher">The Log File Navigator</span></div></div><div class="kg-bookmark-thumbnail"><img src="https://snapcraft.io/static/images/badges/en/snap-store-black.svg" alt="LNAV – Melhorando a analise e visualização de logs"></div></a></figure>]]></content:encoded></item></channel></rss>